Quarta, 29 Julho 2015 10:01

Os números do E-commerce

Acompanhe por aqui os dados mais atuais do mercado de E-commerce no Brasil já publicados.

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Infelizmente, a web é traiçoeira. Fazer downloads no Windows é um campo minado: você nunca sabe quando será pego de surpresa ao instalar um programa que traz consigo outro indesejado (ou mais).

Hao123, Ask, Babylon são grandes exemplos, mas há muitos outros. Eles tentam se esconder no instalador de programas legítimos e, quem não está atento, infelizmente, acaba levando a pior.

Na maior parte do tempo esses programas não são maliciosos, apesar da maneira pouco ética que usam para se instalar em seu computador. No entanto, eles podem atrapalhar sua conexão com a internet, reduzir o desempenho do seu PC e tudo mais. Resumindo: não é uma boa ideia deixá-los instalados.

Portanto, veja como removê-los da sua máquina.

Passo 1: Tente a desinstalação normal

Alguns desses programas não são tão traiçoeiros quanto parecem. Tente o procedimento normal de desinstalação entrando em Painel de Controle e em Desinstalar um programa. Escolha o software que deseja remover e prossiga com a desinstalação.

Seja persistente. Alguns destes programas tentam dissuadi-lo da desinstalação com truques como um botão de confirmação um pouco escondido. Não se deixe enganar por tais artifícios.

Se você puder, utilize o Revo Uninstaller. O programa complementa a desinstalação normal do programa fazendo também uma limpeza no registro do Windows e detectando outros arquivos que permaneçam na máquina depois da remoção do programa.

Passo 2: Limpe seu navegador

Procure por extensões que não deveriam estar instaladas no seu browser. No Chrome, isso pode ser feito entrando em Configurações e Extensões. Se achar algo de que não gosta, clique no ícone da lata de lixo para remover.

Já no Firefox, isso pode ser feito entrando em Complementos e Extensões. Clique em Excluir para desinstalar algo que não deveria estar lá.

Passo 2,5: Restaure as configurações do seu navegador

Se nada deu certo, você pode limpar todas as configurações e extensões do seu navegador.

No Firefox, isso pode ser feito pressionando o botão indicado na imagem abaixo. Selecione a opção Dados para suporte e clique no botão Restaurar o Firefox.

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No Chrome, você precisa acessar a área de Configurações e pressione Mostrar configurações avançadas. Role a página até o último item, e pressione o botão Redefinir configurações.

Passo 3: Limpe os atalhos

Essa é uma das maiores pegadinhas. Você pode remover os programas, mas ao abrir o seu navegador por meio de um atalho, sua página inicial ainda será a que o software definiu. É recomendável apagá-los e criar novos.

Passo 4: Faça uma varredura contra esse tipo de software

Este tipo de programa, chamado “Adware”, pode ser detectado e removido por algumas ferramentas específicas. Uma delas é o AdwCleaner, especializado neste tipo de praga.

O programa é bem fácil de usar e pode ser baixado por este link . Depois de instalar, é só pressionar Verificar para checar se há algum resquício do programa que você quer desinstalar. Depois da varredura, selecione os itens que gostaria de remover e clique em Limpar.

O que você acha de ter o seu nome, CPF e endereço disponibilizados em uma base de dados online acessível por qualquer um? E mais: essa empresa lucra com isso, vendendo informações mais detalhadas de cidadãos por até 80 reais.

Esse site existe. No ar desde junho, o Tudo Sobre Todos vende informações pessoais que, de alguma maneira, se tornaram públicas.

Em uma pesquisa por nome completo ou CPF, a página mostra o bairro, o CEP e uma lista dos vizinhos gratuitamente, mas dados adicionais podem ser comprados.

São eles RG, CPF, registro profissional, local de trabalho e links para perfis nas redes sociais.

Cada dado pode ser consultado mediante a compra de um crédito. São três planos que um internauta pode contratar: um básico de 9,90 reais, que dá 10 créditos, um super de 24,90 reais, que confere ao consumidor 30 créditos e um profissional que custa 79,00 reais e dá um pacote de 100 créditos.

Em testes realizados por INFO, foram exibididos dados relativamente recentes.

Em um caso, o endereço correto apareceu para uma pessoa que se mudou há dois anos. Porém, em outro teste, o endereço antigo apareceu para uma pessoa que se mudou há cinco anos.

Segundo os criadores, as informações vêm de cartórios, decisões judiciais publicadas, diários oficiais, fóruns, bureaus de informação, redes sociais e consultas em sites públicos na internet.

A reportagem de INFO falou com um dos responsáveis pelo site no Facebook, que se recusou a se identificar ou revelar sua nacionalidade (embora a conversa tenha ocorrido em português).

Para ele, o serviço não fere a privacidade dos cidadãos. “Não encaramos dados abertos como dados privados. É o que temos como opinião.”

No entendimento da advogada Gisele Arantes, sócia do escritório Assis e Mendes, o serviço é totalmente “ilegal e repreensível”.

“Segundo nossas leis, ele ofende a constituição, os direitos civis, o código de defesa do consumidor e também o Marco Civil”, disse Gisele à INFO.

“Estamos vivendo em uma época em que tudo pode ocasionar algum tipo de fraude. Seja fraude de documentos, abertura de crédito em nome de outra pessoa ou qualquer coisa desse tipo.”

Gisele também levanta a hipótese de os dados serem provenientes de invasões cibernéticas a bancos de dados, como, por exemplo, o da Receita Federal.

A advogada acredita que o Ministério Público deva investigar o caso. Mais de duas mil pessoas partilham dessa visão e pedem a investigação por meio de um abaixo-assinado.

No LinkedIn, a Top Documents LLC, responsável pelo Tudo Sobre Todos, diz ser uma empresa internacional de notícias que mostra dados de fontes públicas para facilitar a pesquisa de informações para quem precisar delas.

O site indicado como o oficial da companhia é o bigspy.com, que está fora do ar. A reportagem encontrou apenas este e-mail relacionado ao site: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

A página da empresa no Facebook data de 18 de junho de 2015 e tem pouco mais de 200 curtidas.

Lá, é possível encontrar também a história de uma suposta usuária do serviço que encontrou o seu pai após muitos anos sem saber de seu paradeiro.

Segundo a página de contato da Tudo Sobre Todos, a Top Documents LLC está localizada na Ilha Mahé, no Oceano Pacífico. No entanto, o domínio do site é da Suécia e o endereço IP consultado por INFO nesta tarde aponta para a França.

A confusão não é à toa. Essa prática de camuflagem dificulta a responsabilização da empresa, já que uma ordem judicial pedindo a remoção de dados levaria cerca de dois anos para se concretizar.

A outra opção seria entrar com um processo contra a empresa na Ilha Mahé, o que pode ser caro e não garante um resultado positivo, visto que o país tem legislação diferente da brasileira.

Questionados sobre o motivo do registro internacional, o representante do Tudo Sobre Todos disse não haver muito o que falar, já que “não há um motivo especial para isso”.

Depois de saber tudo isso, o usuário pode se perguntar como ele pode remover as suas informações pessoais do cadastro do site. Infelizmente, o responsável pelo site disse a INFO que isso é impossível:

“Ainda não temos uma política sobre isso. Apenas queremos atender nossos clientes e a população em geral da melhor forma possível, e torná-los satisfeitos. Remover pessoas do nosso sistema não deixaria ninguém satisfeito, já que os dados ainda existem e estão na internet, apenas facilitamos a busca. Por outro lado, quem estiver procurando um amigo, familiar há muito não visto ou um amor de infância nunca teria a certeza de que a pessoa ainda existe, já que nossa database estaria incompleta. Estamos discutindo isso seriamente, e abertos a opiniões. Claro que ao procurar de fato opiniões do público, o máximo que conseguimos foi agressividade por medo do desconhecido então acabamos filtrando estas opiniões, mas opiniões filtradas não são de fato tão relevantes.”

Por ora, você continuará com seus dados expostos no Tudo Sobre Todos – querendo ou não.

Fonte: Exame

Segundo a empresa de Mark Zuckerberg, a medida tem como objetivo entregar dados mais confiáveis sobre a popularidade das empresas na rede social.

A consequência prática da decisão já pode ser vista online. Muitas páginas populares perderam milhares ou centenas de milhares de curtidas em poucos dias. A página do Terra, por exemplo, que tinha cerca de 5 milhões de seguidores, teve redução de cerca de 150 mil likes e agora funciona com 4,85 milhões de curtidas.

Em página destinada às empresas, o Facebook alerta que que a redução acontecerá durante o mês de março.

Compra de gerador de energia foi fraudada na internet; cliente deverá receber R$ 12.630 por danos materiais

Por Julia Affonso

O Tribunal de Justiça de Goiás condenou o site de comércio eletrônico Mercado Livre a indenizar um cliente que ‘vendeu’ um produto, mas não recebeu o pagamento. A transação foi fraudada por um falso comprador, após falha no sistema. O cliente deverá receber R$ 12.630 por danos materiais.

No início de 2010, o cliente anunciou a venda de um “Grupo Gerador de Energia 335 Kva” no site. Após receber um e-mail confirmando o pagamento, ele enviou o produto. A mensagem, no entanto, era falsa.

“Observa-se que a pessoa cadastrada no site demandado utilizou-se de um e-mail falso, confirmando o depósito de valores, o que levou o autor a remeter o produto”, diz a sentença. “Entendo que a pessoa responsável pelo ilícito somente chegou até o autor graças ao serviço disponibilizado pelo requerido/apelado, o qual, inclusive, tinha a mesma em seus cadastros, agora, ao que parece, excluída em face de irregularidades cometidas.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

O desembargador Norival Santomé explicou que “a questão da venda de produtos pela internet, ante a instabilidade da relação e a multiplicidade de possibilidades de fraude é algo preocupante, tanto que estão se sucedendo pedidos semelhantes ao ora em análise por todos o País”. Segundo ele, o falso comprador entrou em contato com o dono do produto graças ao serviço disponibilizado pelo site, “o qual lucra valores significativos e até por isso deve responder quando o sistema mostra-se falho”, além do que ele contratava a ferramenta “mercadopago”, para lhe oferecer maior segurança nas transações.

COM A PALAVRA, O MERCADO LIVRE.

A empresa afirmou que vai pagar os danos materiais. O MercadoLivre.com, empresa de tecnologia líder em comércio eletrônico na América Latina, investe continuamente para manter sua plataforma de compra e venda em excelentes padrões de segurança para as transações. Quando uma negociação entre comprador e vendedor se dá em condições irregulares por causa de uma das partes, o MercadoLivre realiza uma análise para mediar o conflito. Reforçamos, no entanto, que todo usuário deve adquirir hábitos seguros ao usar qualquer site comercial na Internet, tais como utilizar sistemas de pagamentos seguros, trocar suas senhas regularmente, evitar abrir e-mails suspeitos, entre outros. O caso ocorreu anteriormente à aprovação da Lei que instituiu o Marco Civil da Internet, que deixa bem clara a ausência de responsabilidade do provedor de aplicação, como é o caso do MercadoLivre, nessas situações.

Notícia retirada - http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/mercado-livre-indenizara-cliente-que-vendeu-para-falso-comprador/

VEJA A DECISÃO DA JUSTIÇA NA ÍNTEGRA

Terça, 14 Outubro 2014 16:48

O perfil do jovem digital no Brasil

O perfil do jovem digital no Brasil [infográfico]

infograficoagora

O anseio por liberdade, poder e voz ativa parece independer de época, geografia, credo, gênero, classe social ou tecnologias disponíveis. Com a web 2.0, mais que abrir espaço para um elevado grau de exposição, a internet trouxe um ambiente interativo de grande potência, sendo determinante para que as hoje consolidadas redes sociais servissem como o palco perfeito para adolescentes e jovens adultos demarcarem os seus territórios.

Com isso, um amplo e diversificado mercado ganha corpo, mas nem sempre as suas tendências ficam claras. No infográfico acima, a Infobase Interativa compilou alguns fatos sobre o jovem digital brasileiro, com base em estudos da unidade de negócios do Ibope. Confira algumas curiosidades levantadas na pesquisa.

Fonte(s)
Imagens
Quarta, 10 Setembro 2014 13:30

Apple anuncia iPhone 6

Apple anuncia iPhone 6, smartwatch e "maior lançamento da História da música"

 

Foi para Steve Jobs nenhum botar defeito. A Apple complicou a vida do jornalista nesta terça-feira ao anunciar um combo de novidades no mesmo evento em Cupertino, Califórnia. O que é mais importante? As novas versões do iPhone; um jeito supostamente revolucionário de fazer compras; o Apple Watch; ou o novo álbum do U2, doado subitamente para mais de 500 milhões de pessoas?

Você decide. No que nos toca, vamos pela ordem cronológica dos acontecimentos. O atual CEO da Apple, Tim Cook, subiu ao palco ali pelas 14h (horário de Brasília) falando no "maior avanço até agora" no iPhone. Aos avanços:

 

iPhone 6 e iPhone 6 Plus

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O novo modelo do aparelho ganhou curvas acompanhadas pelo display, que agora apresenta mais de 1 milhão de pixels. A versão Plus conta com mais de 2 milhões de pixels. A interface agora oferece modo paisagem na tela inicial. A empresa garantiu que esses são os telefones mais finos já lançados: se o iPhone 5S tem 7,6 mm, o iPhone 6 tem 6,9 mm, e o iPhone 6 Plus tem 7,1 mm.

A nova versão chega a ser 50 vezes mais rápida que a original e até 84 vezes mais veloz no processamento gráfico. Tudo isso pareado a um consumo de bateria até 50% mais eficiente. Setephan Sherman subiu ao palco para demonstrar o jogo Vainglory no iPhone 6 Plus, que, segundo ele, rodará jogos em resolução superior à dos consoles da próxima geração.

Os aplicativos de fitness ganharam diversas funcionalidades, entre elas um barômetro. Agora o iPhone sabe quando você está pedalando, correndo ou caminhando.

A tecnologia VoLTE permitirá chamadas de voz com maior qualidade e, com a adoção do padrão 802.11ac, a velocidade do wi-fi pode superar em até três vezes a do iPhone 5S.

A câmera terá 8MP, permitindo uma abertura de f/2.2. O novo sensor deve conseguir focar mesmo objetos em movimento, e a empresa chegou a insinuar o fim das câmeras "point and shoot". Vídeos: 1080p a 30 ou 60 frames por segundo, com possibilidade de câmera lenta (120-240 frames por segundo) e ajuste de foco durante a gravação.

Para contratos de dois anos (nos Estados Unidos), os preços vão de US$ 199 (iPhone 6) a US$ 299 (iPhone 6 Plus). Os aparelhos devem chegar a 115 países até o fim do ano.

 

Apple Pay

 

A ideia é substituir a boa e velha carteira, modelo de pagamento de "50 anos atrás" sujeito à exposição de dados pessoais e "códigos de segurança vulneráveis".

A empresa da maçã sugere que você aponte o celular para um cartão, pressione o botão TouchID e deu – compra feita. Um tal Secure Element fica responsável por garantir a encriptação dos dados. A cada compra, um número inédito é gerado a partir do código magnético do seu cartão físico, cujos dados JAMAIS serão guardados na memória do telefone ou nos servidores da Apple. Assim, a empresa não fica sabendo o que você comprou nem onde nem quanto nem nada. Oxalá.

Mas é óbvio que o Apple Pay está começando apenas pelos Estados Unidos.

 

Apple Watch

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A primeira novidade: o nome não é iWatch. A segunda: um botão chamado Digital Crown. A tradução literal para "coroa digital" nos permite antecipar que chamaremos esse apetrecho de "botãozinho do lado". Esse botãozinho está ali para que ninguém precise meter os dedos na tela do relógio para rolar por páginas, dar zoom e navegar pelos aplicativos.

Na tela inicial, o Apple Watch apresenta seus aplicativos como diversas pequenas "bolhas". Meio feio, mas é a Apple, então está lançada a tendência da segunda metade da década: bolhas.

O Apple Watch é bastante customizável e permite o compartilhamento de uma tonelada de emojis e até do seu batimento cardíaco. Virá em três versões: Watch, Sport e Edition, para agradar todos os perfis que alcancem o orçamento.

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As funcionalidades de alguns aplicativos foram bastante adaptadas. O mapa, por exemplo, indica se você tem que ir para a direita ou para a esquerda — não precisa mais procurar onde fica o noroeste. A integração com a assistente Siri promete ser uma mão na roda: pressione e segure o "botãozinho" e mande o relógio enviar mensagens, conferir o calendário ou achar o bar mais próximo.

Em uma formidável nova forma de irritar os amigos, o Apple Watch permite que, ao "selecionar" o nome de alguém na lista de contatos, a pessoa "selecionada" sinta uma vibração no pulso. Se for um dia de artista, dá para enviar um desenho também.

O relógio ainda está apto a encher a paciência ao monitorar quanto tempo você fica sentado, de pé e se exercitando. Os dados coletados são organizados em índices de bem-viver e usados para dar dicas de comportamento.

O Apple Watch requere que o usuário tenha um iPhone e funcionará com as versões 5, 5S e 5C. Nos Estados Unidos, o preço previsto é de US$ 349, e o produto deve chegar às prateleiras no início do ano que vem.